quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Cientistas criam açúcar mais doce, mais barato e com metade das calorias do convencional
É como um sonho que se torna realidade para muita gente que luta contra a balança, mas detesta adoçante. A startup israelense DouxMatok criou um tipo de açúcar tão doce quanto o convencional, mas com a metade das calorias.
A substância, que já foi patenteada, foi desenvolvida com partículas de sacarose, glicose e frutose, polissacarídeos geralmente presentes no açúcar comum em um formato maior. São elas que proporcionam o nível certo de doçura.
O grande diferencial do novo açúcar é que ele funciona como um revestimento que, quando ingerido, é parcialmente digerido pelo organismo. Desta maneira, a pessoa sente o sabor doce, mas consome menos calorias.
A redução calórica pode variar de alimento para alimento. Dependendo da comida, o produto reduz a quantidade de calorias em 25% a 55%. Mas calma, ainda tem mais. O novo açúcar será mais barato que o normal, principalmente por conta de sua "potência" em termos de sabor doce.
A empresa já está testando o produto com fabricantes e espera que a invenção seja licenciada em breve.

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segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Nível de dificuldade: Fácil, Categoria: Massa
Fonte: 
mdemulher.abril.com.br

Penne aromático com legumes e queijo
  • Calorias: 333 por porção
  • Categoria: Massa
  • Dificuldade: Fácil
  • Rendimento: 6 porções
  • Tempo de Preparo: Rápido (até 30 minutos)
  • Tipo: Prato principal

Ingredientes 

. 1 pacote de macarrão tipo penne de 500 g
. Sal e pimenta-do-reino a gosto
. 1 cebola média picada
. 1 colher (sopa) de manteiga
. 1 lata de cerveja clara
. 1 cubo de caldo de legumes
. 2 colheres (chá) de amido de milho
. 1 cenoura média sem casca em cubinhos cozida
. 1 xícara (chá) de ervilhas congeladas
. 1 abobrinha em cubinhos cozida
. 1 xícara (chá) de queijo branco em cubinhos
. Folhas de manjericão picadas a gosto 

Modo de preparo

Cozinhe o macarrão em água abundante com sal, conforme as instruções do fabricante até ficar al dente. À parte, refogue a cebola na manteiga. Adicione a cerveja e o cubo de caldo.
Mexa e deixe ferver por três minutos. Junte o amido dissolvido em um pouco de água e despeje na panela. Cozinhe, sem parar de mexer, até engrossar. Tempere com sal e pimenta.
Ponha os legumes, misture e deixe aquecer. Despeje sobre a massa cozida e escorrida, espalhe o queijo e o manjericão, e sirva imediatamente.

quarta-feira, 12 de agosto de 2015


São muitas as atividades físicas que contribuem para melhora da saúde e qualidade de vida na terceira idade, entretanto uma das atividades físicas que está ganhando destaque é a musculação. Visto que, a musculação é um treinamento físico que visa amenizar as perdas funcionais durante o processo de envelhecimento, beneficiando na redução da perda de força e potência, massa muscular, massa óssea das funções cardiovasculares e respiratórias, ajudando na recuperação significativa da agilidade, flexibilidade entre outras.
Foi feito um estudo sobre os efeitos dos exercícios resistidos em idosos, constataram que além do aumento na força e hipertrofia muscular, também observaram o aumento da expressão gênica em 179 genes diferentes. O com esse aumento alterou o perfil genético muscular, resultando em jovialização desse perfil, colocando os idosos estudos sob o ponto de vista muscular, no mesmo nível de indivíduos mais jovens.
É grande valor também a sua vida social, pois indivíduos que não estão bem integrados poderão vir a desenvolver patologias. Porém, com a prática da musculação isso pode ser reduzido. Haja vista que, a mesma é oferecida em locais, nos quais, frequentam muitas pessoas que mantêm certo contato ajudando a conhecer novas pessoas, fator relevante para o desenvolvimento social dos indivíduos na terceira idade.
Sem contar com a diminuição do estresse, o aumento da interação social, confiança, auto-estima, independência e combate o sedentarismo.
Vale lembrar a importância do educador físico, e a responsabilidade de compreender como se dá o processo de envelhecimento no presente e no futuro, para assim buscar ações e estratégicas que incentivem a prática da atividade física para ada caso em especifico, com o objetivo de beneficiar as pessoas com mais saúde e qualidade de vida.

terça-feira, 11 de agosto de 2015


Descuidar-se das costas pode afetar seu humor, sua autoconfiança e até sua vida sexual. Veja por que e como colocar cada parte do seu corpo no lugar certo.



Escrito por Elaine Carvalho (Colaboradora)  Editado por Juliana Vaz (colaboradora)

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Você vai descobrir que mais coisas do que você imagina acontecem no corpo e na cabeça quando você se desconecta daquela que é o eixo do seu corpo: a coluna.

A coluna é o eixo do seu corpo. Essa afirmação pode parecer radical, mas quando percebemos o que uma postura errada causa, não é nenhum exagero afirmar isso. "A postura errada atrapalha a respiração, enfraquece os músculos e derruba seu nível de energia", fala o quiropata americano Steven Weiniger, especialista em postura e autor do livro Stand Taller, Live Longer (sem edição em português).

Por que colocar o corpo no eixo? Porque andar como o corcunda de Notre Dame vai muito além de ser feio e nada sexy. Ao corrigir a postura, você sai ganhando em...

1. Mais foco


De acordo com Steven Weiniger, ao manter as costas arqueadas, as costelas pressionam o diafragma, impedindo que os pulmões inflem completamente. (Quer fazer o teste? Tente inspirar profundamente nessa posição e vai sentir a dificuldade.) Isso influencia a respiração, que fica mais curta e, por isso, prejudica a oxigenação do corpo, do cérebro e acaba afetando sua capacidade de concentração.

2. Autoestima e bom humor


Quem caminha curvado, com os ombros projetados para a frente, tende a se sentir mais baixo-astral do que quem tem porte de rainha. Foi o que concluiu uma pesquisa da San Francisco State University (EUA) realizada com dois grupos de voluntários, que testaram andar dos dois jeitos e depois contaram como se sentiram. O experimento revelou que o cérebro se deixa levar pela postura: mover-se com confiança vai fazê-la se sentir assim e bancar a desleixada também se reflete em como se sente. "Contraímos a musculatura sempre que sentimos medo ou tensão, assim como baixamos a cabeça e projetamos o abdômen para a frente", explica a educadora somática Mariana Huck, de São Paulo, coordenadora do Núcleo Feldenkrais Brasil. 


3. Corpo livre de dores

"Quando a coluna está fora do eixo, vários músculos precisam entrar em ação para compensar o desequilíbrio postural", observa a fisioterapeuta Mary Ann Wilmarth, da Harvard University (EUA). Isso gera uma reação em cadeia, que resulta em dor, formigamento e espasmos musculares em várias partes do corpo.


4. Tesão em dia

Uma postura desleixada tem ligação direta com a flacidez do core (musculatura que inclui o abdômen), o que, por sua vez, pode ter impacto negativo entre quatro paredes - e não apenas na frente do espelho. "Quanto mais flácido seu abdômen, mais fracas podem ficar a libido e a performance na cama", diz a americana Debby Herbenick, especialista em saúde sexual. Portanto, antes de investir em lingeries sensuais, valorize seu corpo ao praticar exercícios capazes de colocá-lo no eixo.
Ajeite-se na cadeira

Já que, para muita gente, é difícil escapar de passar várias horas por dia sentada diante do computador, aprenda a se posicionar para prevenir dores - e aumentar a produtividade.

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Ganhar massa muscular não é um processo fácil. Você precisa apostar no combo: treino que define + alimentos que ajudam a construir os músculos. A nutricionista Karina Valentim, da Patrícia Bertolucci Consultoria Nutricional, em São Paulo, listou top 10 ingredientes que você deve incluir no cardápio para chegar lá.

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Por: Boa Forma

1. Carne bovina

Em sua composição, ela apresenta todos os aminoácidos essenciais (aqueles que nosso organismo não produz), importantes para a manutenção e o ganho de massa muscular. Um filé de 100g de carne bovina magra tem 24g de proteínas. Além disso, a mesma medida carrega 0,5 g de creatina. Esse aminoácido ajuda a reconstruir o ATP, molécula que fornece energia rápida para os músculos. Quando há estoque de creatina, você consegue realizar o exercício por mais tempo e com uma carga maior.

Quando e quanto consumir: 2 ou 3 vezes por semana, após o treino ou em refeições como almoço e jantar.

2. Leite

Para quem não tem intolerância, o leite é considerado uma boa fonte de proteína. Estudos mostram que este alimento é rico em leucina, um tipo de aminoácido que favorece o aumento muscular. Um copo (200 ml) de leite tem até 6g de proteínas. Os derivados, como os queijos, também são indicados.  Mas fique com as opções magras, como a ricota e o queijo branco.
Quando e quanto consumir: já que para algumas pessoas o leite pode causar desconforto gástrico antes do exercício, consuma 2 fatias de queijo branco ou 2 colheres (sopa) de patê de ricota com ervas no pós-treino.

3. Amaranto

15% do grão é composto por proteína. O alimento ainda é livre de glúten, protege o coração e também melhora o transporte de aminoácidos para dentro do músculo, o que diminui a perda de massa magra durante o exercício.
Quando consumir: após o treino.

4. Soja

A soja e seus derivados são fontes de aminoácidos essenciais que auxiliam no crescimento muscular. Além disso, a soja possui os poderosos fitoestrógenos - substância que age como antioxidante, diminuindo o ritmo do envelhecimento de todo o organismo, e ajuda na recuperação muscular.  
Quando consumir: após o treino, na forma de grãos ou derivados como leite, queijo tofu ou proteína texturizada.

5. Cottage

O queijo cottage é rico em BCAA - aminoácido de fácil absorção que, além de reduzir gordura, evita a perda de músculo. Em apenas 50g do ingrediente você encontra 6,6g de proteína. Ele ajuda no crescimento muscular e também na manutenção do corpo todo.
Quando consumir: após o treino, faça sanduíches utilizando pães integrais.

6. Sardinha

O peixe é rico em ômega 3, gordura que melhora a resposta do organismo às reações inflamatórias. Ela também é uma boa fonte de cálcio, muito importante para a manutenção dos ossos, que são diariamente utilizados pelos atletas. Outras excelentes fontes de ômega 3: atum e salmão.
Quando e quanto consumir: inclua um filé grande (150g) no pós-treino, almoço ou jantar, 2 ou 3 vezes por semana.

7. Amêndoa

Em 100g da castanha, você encontra 18,5g de proteína. Além disso, ela atua como poderosa antioxidante, impedindo a ação dos radicais livres. As oleaginosas também são ricas em magnésio – mineral responsável pelo influxo de cálcio nos ossos, contração muscular, ação anti-inflamatória e regulação da pressão arterial. Ela ainda contém arginina - aminoácido que possui ação vasodilatadora -, que aumenta o transporte de sangue e nutrientes para os órgãos e, principalmente, para os músculos.
Quanto e quando consumir: 8 amêndoas por dia, nos lanches entre as refeições.

8. Aveia

Colocar fibras hidrossolúveis no cardápio é indispensável para quem busca ganhar massa muscular. Elas ajudam na formação de novos tecidos (músculos), oferecem uma sensação maior de saciedade e, quando consumidas no pré-treino, auxiliam na manutenção da glicemia durante o exercício.
Quanto e quando consumir: 1 ou 2 colheres (sopa) de aveia, junto com uma fruta, no pré-treino. Uma boa alternativa de fruta é a banana.

9. Tapioca

A goma de mandioca é uma excelente fonte de carboidrato e ajuda na recuperação do glicogênio muscular – estoque de glicose-, que se esgota logo após o termino dos exercícios físicos. Ela também pode ser uma boa fonte de energia para antes da malhação, pois não deixa que o corpo sofra picos de insulina durante a atividade.
Quanto e quando consumir: 2 a 4 colheres (sopa) de goma de tapioca, combinada com uma proteína como queijo branco, cottage e ricota, antes e depois do treino.

10. Água de coco

Além da hidratação, é uma ótima fonte de minerais como potássio e magnésio, que ajudam no estoque de glicogênio e também combatem as famosas câimbras. Ela ainda, como é composta por carboidrato, dá aquele pique que você precisa para malhar.

Quanto e quando consumir: 1 copo (200 ml) de água de coco antes dos exercícios.

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Você provavelmente já deve ter ouvido que mulheres que levantam peso desenvolvem muitos músculos, e que seus corpos acabam ganhando um aspecto considerado masculinizado e pouco atrativo segundo o padrão estético feminino vigente.
O que você talvez não saiba é que a forma muscular adquirida com o trabalho da musculação depende muito da quantidade de treino, dieta e genética de cada pessoa.

Via: Catraca Livre.
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O BuzzFeed Life conversou com a endocrinologista Dra. Florence Comite, de Nova York (Estados Unidos), para perguntar se mulheres que treinam levantando peso moderadamente pesado, algumas vezes por semana, por 45 minutos ou uma hora, adquirem muitos músculos. Sua resposta? "Não."
Ela explica que a obtenção super muscular acontece mais facilmente às pessoas com altos níveis de testosterona, níveis geralmente presentes em homens. A maioria das mulheres (que não tenham essas taxas desreguladas) simplesmente não têm os hormônios necessários para desenvolver músculos visíveis ou grandes.
A exceção: atletas de alto nível que passam várias horas do dia levantando pesos pesados e ingerindo uma dieta restritiva de baixa gordura. Em outras palavras: a grande maioria das mulheres que levantam pesos, mesmo os mais pesados, algumas vezes por semana como parte de sua rotina de exercícios, simplesmente não ficam musculosas.
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Por outro lado as vantagens corporais que adquirimos ao praticar levantamento de peso são inúmeras, a começar pelo aceleramento do metabolismo, que evita ganho de peso e preserva a massa magra do corpo.
O Halterofilismo também queima a gordura mais eficientemente do que a esteira.
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terça-feira, 16 de junho de 2015

Ele já foi o vilão da alimentação por causa do colesterol e, apesar de a ciência demonstrar que seus teores não se revertem em malefício dentro do corpo, ainda há quem receie botá-lo no prato. Uma nova leva de estudos, porém, vem destruir qualquer temor: o ovo pode até fazer bem ao coração. E seu status de aliado da saúde vai além: ele bate de frente com o ganho de peso, o diabete e a perda de memória.

6 motivos para você comer ovo sempre






Consumido sempre, ele tira a fome, evita perda de memória e protege o coração.



1. Favorece a perda de peso


O ovo acaba de ser apontado como um dos principais alimentos capazes de aumentar a saciedade e prevenir ataques de gulodice – especialmente se for incluído no café da manhã. A sensação de barriga cheia se justifica facilmente: o produto da galinha é uma excelente fonte de proteínas, nutriente que suprime o apetite por mais tempo. Mas não adianta ingeri-lo no desjejum e deixar de adotar outras medidas a fim de manter ou perder peso. Para economizar nas calorias do próprio ovo matinal, por exemplo, use pouquíssimo (ou nenhum) óleo no preparo e evite acompanhamentos como bacon e presunto. Foi esse combo que contribuiu para a má fama do ovo no decorrer dos anos.

2. Conserva os músculos


Já viu aqueles ratos e ratas de academia que levam um pote de claras pra comer no trabalho? Pois, exageros à parte, eles estão cobertos de razão em escolher essa porção do ovo para alimentar a musculatura. Tudo por causa das já citadas proteínas, que abundam na parte branquinha. A principal delas é a albumina – que serve de matéria-prima inclusive para suplementos. "O ideal é que a clara seja consumida após o treino, porque é bem nesse período que ocorre a degradação e a formação dos músculos", orienta o educador físico Herbert Lancha Júnior, professor da Universidade de São Paulo (USP). "A recomendação é consumir até duas claras depois do exercício, de preferência com uma fonte de carboidrato, como tapioca ou pão integral", ensina a nutricionista Paula Crook, da PB Consultoria em Nutrição, na capital paulista.

3. Resguarda as artérias


Se um dia o ovo foi apedrejado, o motivo estava no fato de sua gema ser um reduto de colesterol. A acusação acabou caindo por terra quando se descobriu que, ao mesmo tempo que fornecia o componente, o alimento também continha substâncias que bloqueavam sua chegada à corrente sanguínea. "Hoje se sabe que apenas um terço do colesterol da dieta é realmente absorvido", esclarece o cardiologista Raul Dias dos Santos, do Instituto do Coração, o InCor, em São Paulo. Parece estranho dizer isso, mas o colesterol dos alimentos não se traduz necessariamente em mais colesterol trafegando pelos vasos. No caso dos ovos, um estudo da Universidade de Connecticut, nos Estados Unidos, até indica que o consumo diário daria uma força para o aumento da fração boa do colesterol, o HDL.


4. Protege a visão


Abra bem os olhos antes de descartar a gema do ovo. É lá que você encontra duas substâncias caras aos globos oculares: a luteína e a zeaxantina. Estamos falando de pigmentos com propriedades antioxidantes capazes de se acumular na retina, o tecido no fundo dos olhos que converte as imagens em impulsos lidos pelo cérebro. Em um estudo da Universidade de Massachussets, nos Estados Unidos, os experts viram que o consumo de duas a quatro gemas por dia durante cinco semanas teve um efeito contra a degeneração da mácula, a porção central da retina e responsável pela captação dos detalhes.

5. Encara o diabete


A notícia veio contra tudo o que se falava até então: estudiosos da Universidade da Finlândia Oriental analisaram, por quase 20 anos, 2 332 homens de 42 a 60 anos e observaram que os fãs de ovos estavam menos propensos ao diabete tipo 2. "Nosso achado contrasta com levantamentos anteriores, que ainda associavam o consumo de ovos a um pior estilo de vida", relata o professor de epidemiologia da nutrição Jyrki Virtanen. O menor risco de diabete foi encontrado em pessoas que ingeriram cerca de quatro unidades por semana. "O alimento tem um conjunto de componentes vantajosos, incluindo substâncias anti-inflamatórias, que atuariam contra o descompasso da glicose", afirma Virtanen. Para o endocrinologista Carlos Eduardo Barra Couri, da USP de Ribeirão Preto, é difícil bater o martelo sobre esse papel preventivo. "A pesquisa depende de questionários preenchidos pelos participantes, sujeitos a equívocos, e não consegue excluir fatores que influenciariam o desfecho", argumenta. Mas e quem já tem diabetes e precisa ficar ficar mais atento ao colesterol? Um novo trabalho australiano avaliou a ingestão de ovos em 140 diabéticos e constatou que duas unidades por dia, ao longo de um mês e meio, não pioram o perfil de gordura no sangue. Mesmo diante desse resultado, convém ponderar com seu médico. "Ovo não é remédio, mas pode ser bem-vindo dentro de uma alimentação adequada", diz Couri.

6. Preserva a memória


A gema (olha ela de novo!) é um dos principais reservatórios de colina, uma vitamina que, lá no cérebro, tem a nobre função de ajudar a cuca a processar e a guardar lembranças. Ela é ingrediente para a formação de um neurotransmissor chamado acetilcolina. "E a maioria das vias neurais responsáveis pela memória depende da acetilcolina", explica a nutricionista e mestra em neurociências Selma Dovichi, professora da Universidade Federal do Triângulo Mineiro. Segundo as orientações atuais, a necessidade diária de colina é de 425 miligramas para as mulheres e 550 para os homens. "Uma gema de ovo oferece aproximadamente 238 miligramas", conta Selma. É praticamente metade da quantidade recomendada. Alguns estudos já sugerem que a ingestão de colina está associada a uma melhor performance cognitiva. Para coroar, a luteína e a zeaxantina da gema (de novo, de novo!) também parecem interferir positivamente na massa cinzenta.